Kenji Ono, ou Keizen Ono Sensei (nome que lhe foi dado por seu Mestre Reishin Kawai, o introdutor do Aikido no Brasil), nasceu em 1º de outubro de 1925 em Tóquio, Japão. Chegou ao Brasil em 27 de julho de 1934, quando desembarcou no porto de Santos. Há décadas à arte da Acupuntura e à pesquisa e ensinamento do Aikido, que ele mesmo define “não como uma luta, mas como um ato de amor”. A foto é de uma cena do filme.
No próximo dia 17 de junho, no CCBB-SP – Centro Cultural do Banco do Brasil, em São Paulo, abre seu espaço para uma série de apresentações do documentário Envelhescência, dirigido por Gabriel Martinez, com argumento de Ruggero Fiandanese, sobre a transformação da vivência da velhice em uma experiência criativa.
As exibições públicas serão nas seguintes datas: 17/06 às 19h; nos dias 18/06 e 19/06, às13h e 15h; dias 20/06 e 21/06, às 13h; e no dia 22/06, às 13h e 15h.
O termo envelhescência surgiu em 1996, quando foi usado por Manoel Berlinck, o psicalista que entre outras especialidades se dedicou ao estudo da melancolia, para descrever a transição da vida adulta para a velhice, uma alusão clara ao termo que define a fase entre a infância e a maioridade, a adolescência.
Nas palavras de Berlinck, trata-se da “transformação da vivência da velhice em uma experiência que subverte as noções anteriores de declínio e degeneração, e apontam para uma relação criativa do envelhecer e da reconstrução da história pessoal por meio de novas experiências”.
O escritor Mario Prata também popularizou o termo por meio de uma excelente crônica lançada no ano seguinte e que compara, com muito bom humor, as fases da adolescência e da envelhescência. Ele traçou paradoxos e analisou semelhanças entre as duas fases da vida. De forma quase jocosa, Prata descreveu o preparo para o envelhecimento de forma leve e positiva.